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Europacolon desenvolve projeto de prevenção de cancro colo-rectal em escolas

Março é o mês europeu da prevenção do cancro colo-rectal, constituindo uma altura importante  para a realização de várias campanhas de sensibilização para a prevenção desta doença, quer pelo seu diagnóstico precoce, quer pela adoção de hábitos saudáveis que diminuam a sua taxa de incidência.


A Europacolon, uma associação de doentes com cancro colo-rectal, está a desenvolver um projecto de prevenção em várias escolas no norte do país. O objetivo é promover desde cedo a adoção de bons hábitos alimentares para prevenir doenças como o cancro do intestino, um dos tumores mais frequentes em Portugal.

A notícia no canal SIC notícias em http://sicnoticias.sapo.pt/vida/article1387662.ece

Um exemplo a seguir noutras regiões do país.

COLHEITA DE SANGUE NA ESCOLA SECUNDÁRIA DE CAMPO MAIOR

Na manhã de segunda-feira, dia 27 de Fevereiro, decorreu com normalidade mais uma colheita de sangue na Escola Secundária do Agrupamento de Escolas do Concelho de Campo Maior, contando com 23 dádivas efetivas de cidadãos saudáveis, entre os 18 e os 65 anos. 

Nos últimos anos, estas ações têm-se repetido com sucesso no âmbito de uma parceria entre o Serviço de Imunohemoterapia (serviço de sangue) do Hospital de Santa Luzia de Elvas, sendo já habituais nos planos anuais de atividades do Agrupamento e nas escalas de brigadas do Serviço de Sangue de Elvas. Este tipo de ações, além do número de dádivas recolhidas, que são fundamentais para a prestação de cuidados de saúde que salvam vidas, ganha extrema importância pela componente educacional, sensibilizando para a angariação de novos dadores benévolos, para que Portugal se mantenha autossuficiente de sangue e seus derivados. Mesmo os jovens que, por uma questão de idade, ainda não podem ser dadores de sangue, vão-se familiarizando com este tipo de iniciativa e ficam mais despertos e sensibilizados para se tornarem dadores benévolos num futuro próximo. 

O Projeto Escola Saudável do Agrupamento de Escolas do Concelho de Campo Maior continuará a dar o seu contributo em prol da dádiva benévola de sangue e a colaborar com o serviço de sangue do Hospital de Elvas. 






DAR SANGUE É SER CIDADÃO!

Notícia Renascença - Portugueses devem dar sangue durante todo o ano

Notícia Rádio Renascença - 12-02-2012 18:49

Quebra dos últimos dias já foi superada, mas Hélder Trindade reafirma que é necessário continuar com as dádivas. 

O presidente do Instituto Português do Sangue (IPS) pede que os portugueses mantenham a dádiva de sangue durante todo o ano, para evitar picos seguidos de quebras que não beneficiam os “stocks”.

Questionado sobre a reacção dos portugueses após o alerta da redução das reservas de sangue, Hélder Trindade disse que "reagiram muito bem", já que perceberam a necessidade de "serem solidários", mas não adiantou se estas são agora suficientes.

"Houve um aumento, se são ou não suficientes vamos continuar a analisar nos próximos dias", afirmou.

Na quinta-feira, Hélder Trindade disse que as reservas de sangue dos grupos A e 0 negativos eram, na altura, suficientes para "dois ou três dias", apelando aos dadores de sangue que voltem a doar.

As dádivas de sangue baixaram, então, em cerca de 20% na sequência de notícias sobre o desperdício de plasma em Portugal, disse na quinta-feira o secretário de Estado adjunto da Saúde, Leal da Costa, em Lisboa.

Contrariamente ao habitual, hoje (12 de fevereiro) o IPS esteve aberto em Lisboa, Porto e Coimbra, podendo vir a estar também aberto no próximo domingo se for necessário continuar com as recolhas de sangue.

Hélder Trindade afirmou que o fim da isenção do pagamento das taxas moderadoras das urgências hospitalares pelos dadores pode também ter sido um motivo para a redução, mas destacou que estes cidadãos continuam isentos nos serviços primários e que se pretende sobretudo "dadores benévolos".

Actualmente há em Portugal 370 mil dadores de sangue, um número considerado "confortável" pelo presidente do IPS, acrescentando que o Instituto "gosta de ter ‘stocks’ estáveis para 20 a 25 dias".

Crianças e adolescentes dormem pouco. Quais as verdadeiras consequências?


O Projecto Escola Saudável (PES), bem como, a generalidade dos profissionais de educação e de saúde, tem plena consciência dos maus hábitos de sono de uma "larga franja" da população, que se estende também à população escolar, nomeadamente, a crianças e jovens. As consequências físicas e psicológicas de dormir pouco são sobejamente conhecidas, mas continuam a ser consideradas, erradamente, um problema menor.

Recentemente, o jornal público  divulgou os resultados de um estudo nacional sobre os hábitos de sono das crianças e adolescentes e implicações associadas, que o PES publica na íntegra neste espaço.


Artigo do público:

«Inquéritos realizados em várias escolas portuguesas comprovam taxas de sonolência excessiva em mais de 50 por cento dos estudantes, o que contribui para várias doenças e para o insucesso escolar.



Dorme-se pouco, porque se tem problemas e tem-se problemas, porque se dorme pouco. Um ciclo vicioso que é necessário interromper em nome de uma vida mais saudável, defendem a médica neurologista Teresa Paiva e a professora universitária de Psicologia Helena Rebelo Pinto.

Cada vez há mais gente que as procura nos seus consultórios com queixas de perturbações do sono, um problema que atinge uma população cada vez mais jovem. Um grande número de crianças e de adolescentes portugueses só dorme metade do que precisa, revelam os inquéritos que Teresa Paiva e Helena Rebelo Pinto realizaram recentemente em escolas de Lisboa e de Soure. "Estudos recentes comprovam taxas de sonolência excessiva em mais de 50 por cento dos estudantes, o que tem um impacto evidentemente negativo no sucesso escolar", diz a neurologista.Especialmente em época de férias é comum encontrar jovens que adoptam uma rotina de sono trocada em relação ao dia e à noite. Saem e divertem-se até de madrugada, deitam-se de manhã, dormem até meio da tarde e "acordam" já de noite para voltarem a deitar-se de madrugada. Mesmo em tempo de aulas, embora reduzam este ritmo, a tendência para deitar tarde e levantar cedo e portanto dormir pouco mantém-se entre grande número de crianças e de jovens portugueses. Uma prática que pode ser "altamente prejudicial", alerta Teresa Paiva. "As crianças que dormem menos do que precisam têm um risco aumentado de hipertensão arterial, de diabetes, de insucesso escolar, de depressão e de insónia", explica, chamando a atenção para a gravidade da situação, já que se trata de "doenças crónicas que são problemas para toda a vida". Dormir menos do que se precisa "afecta ainda a aquisição de conhecimentos abstractos" e traduz-se no insucesso escolar e nas dificuldades em relação à aprendizagem da Matemática, o que já se tornou num "problema nacional". Mesmo que os jovens que trocam o dia pela noite acabem por dormir o mesmo número de horas, esse sono "não tem qualidade", afirma a médica. "Dormem fora da fase do sono, portanto o sono nunca tem tanta qualidade e sabe-se que, para além da depressão e da obesidade, o dormir assim tem um risco aumentado de cancro". Está provado como a luz "tem importância para a saúde", nota Teresa Paiva. E, explicando o benefício de dormir de noite, lembra que "as primeiras células que existiram aprenderam a multiplicar-se de noite e não de dia" e que "são as hormonas [muitas das quais são produzidas exclusivamente quando estamos a dormir] que facilitam a divisão celular". Também é de noite que "há mais interacções entre os neurónios nas várias fases do sono". "Não somos nem ratos nem morcegos, não somos feitos para andar a dormir de dia", nota a neurologista, referindo que "temos relógios no organismo" e que "tudo se passa de forma muito padronizada, tanto durante a noite, como durante o dia relativamente aos horários alimentares e às produções hormonais". O grande problema é que muitos adolescentes com estes hábitos recusam mudar. "Quando lhes fazemos uma proposta diferente, não querem, porque todo o seu esquema de relações sociais está montado para a noite e de outra forma perdem o círculo social que conhecem", explica aquela médica.

Verifica-se sempre uma grande resistência à alteração de hábitos. "Quando dizemos que uma criança de dez anos deve dormir dez horas e que os mais novos devem dormir muito mais, muitos pais deitam as mãos à cabeça", conta Helena Rebelo Pinto, defendendo que os hábitos de sono fazem parte de "uma aprendizagem que vem desde a mais tenra idade". A experiência mostra "como os pais sofrem, quando as crianças dormem mal e quantas práticas erradas têm para tentar que as crianças durmam bem", diz. Refere a importância de que "os pais tenham informações sobre o que se passa com o sono dos filhos", o que frequentemente não se verifica: "Muitos pais acham que as crianças têm de dormir o mesmo tempo do que eles e ir para a cama ao mesmo tempo que eles."Na sua opinião, há na sociedade portuguesa "uma cultura de desvalorização do sono e um desconhecimento e conjunto de ideias erradas acerca do sono". 

Atentas ao surgimento precoce de problemas do sono, Teresa Paiva e Helena Rebelo Pinto lançaram no último ano lectivo o projecto Sono-Escolas, que envolveu mais de cem estabelecimentos escolares em todo o país. 

Divulgar os conhecimentos básicos sobre o sono e a sua relação com a saúde, sensibilizar as crianças e os jovens para a importância de dormir bem e adquirir bons hábitos de sono e preparar os agentes educativos para uma intervenção eficaz na melhoria do sono das crianças e dos adolescentes são os principais objectivos deste projecto, que prosseguirá durante o próximo ano lectivo, já com um trabalho integrado num concelho cuja identificação as autoras preferem ainda não revelar. A investigação consistirá num "estudo epidemiológico do sono naquele concelho em determinados anos de escolaridade, junto de uma amostra representativa dos estudantes", esclarece Helena Rebelo Pinto. A partir desse estudo, o projecto inclui também a "formação dos professores que vão trabalhar directamente com os alunos".

No âmbito deste projecto, a neurologista e a professora de Psicologia já escreveram três livros sobre o sono destinados a crianças de várias faixas etárias: Dormir É Bom, Dormir Faz Bem, para crianças dos três aos cinco anos; O Meu Amigo, o Sono, para crianças dos oito aos 12 anos e Os Mistérios do Sono para adolescentes dos 13 aos 18 anos.

Maus hábitos
Para Teresa Paiva, o problema do "encurtamento do tempo de sono" é "específico de Portugal" e está relacionado com os "maus hábitos" dos portugueses no mercado de trabalho e no interior das famílias. Há uma cultura que "incentiva as pessoas a não dormir": o Facebook "onde as pessoas ficam até tarde, os anúncios dos telemóveis que apelam às noites de insónia em que as mensagens são mais baratas".
Em Portugal as pessoas deitam-se a horas muito tardias e começam os seus horários muito cedo
"Muitas pessoas vão para a cama à uma da manhã, quando têm de se levantar às sete, e isso é uma coisa catastrófica", considera. "As pessoas com perturbações crónicas de sono não se apercebem que não vêem o mundo nitidamente. É como uma pessoa que não usa óculos e que é míope. Eles são míopes, vêem tudo baço." 

"Em Portugal as pessoas deitam-se a horas muito tardias e começam os seus horários muito cedo. Trabalham 50, 60, 70 horas por semana. As crianças estão na escola das oito da manhã até às seis e sete da tarde. Têm horários de trabalho equivalentes a um adulto. E isso é um problema nacional, que não levou o país a lado nenhum. Toda a gente andou a trabalhar para enriquecer e o que hoje sabemos é que estamos cada vez mais pobres", diz Teresa Paiva, considerando que "é verdadeiramente catastrófico" o facto de haver crianças muito pequenas a irem para a cama às dez da noite, que é a hora a que os pais chegam a casa. "Esta criança, quando tiver sete, oito anos, vai para a cama à meia-noite, uma da manhã, e, quando for adolescente, vai às quatro, cinco, seis da manhã", prevê. Avisa que "o que se passa com o resvalar dos horários é exactamente o que se passa com a obesidade: a partir de certa altura o aumento de peso torna-se irreversível".Há quem diga que o costume de deitar tarde também está relacionado com o ameno clima do Sul da Europa, mas a médica neurologista rebate essa ideia. "Tem a ver com a organização social, não com o clima." E sublinha: "Somos os mais deprimidos da União Europeia, somos os que estamos mais descontentes com o Governo, estamos sempre insatisfeitos e a taxa de suicídio em Portugal é muito alta. A taxa de doenças psiquiátricas e de consumo de tranquilizantes é elevadíssima. Não andamos mentalmente bem. Esta noção tem de ser passada."

Vida que não deixa dormir
Um estudo publicado no início deste ano por investigadores da London School of Economics and Political Science conclui que as pessoas que se deitam cedo são menos inteligentes do que as prolongam a sua actividade durante a noite, o que é visto com alguma reserva por Teresa Paiva. "Quando se analisa as horas a que essas pessoas vão para a cama, verifica-se que vão para a cama à uma, no máximo, às duas da manhã", o que "não tem nada a ver com as pessoas que se deitam às seis ou às sete", nota. Essas pessoas, diz a médica, "com muita dificuldade revertem [o comportamento]". 

Recentemente uma mulher jovem, com uma profissão liberal, procurou Teresa Paiva no seu consultório. "Estava muito angustiada porque tinha muita dificuldade em dormir e, por isso - dizia-me - a vida estava a correr-lhe mal no trabalho e em casa. Se dormisse, tudo melhoraria, estava certa", conta a médica. "Como quer dormir bem com essa vida?", perguntei-lhe. "É que muitas pessoas pensam que se dormirem a sua vida melhora, mas não percebem que a vida que levam não as deixa dormir...E que os custos para a sociedade e as consequências na família vão ser enormes. O preço a pagar é como os juros da dívida", diz a médica neurologista. E adverte: "As pessoas que têm de trabalhar muito também têm de ter imensas regras: alimentares, de exercício e de sono, [de forma a conseguirem um equilíbrio saudável]." 

Helena Rebelo Pinto critica o facto de muitas crianças e adolescentes não terem qualquer educação relativamente ao sono, a par da "educação musical, sexual, física e ambiental". Para esta professora de Psicologia, a informação relativamente ao sono "não pode ser encarada separadamente dos outros aspectos da vida das pessoas". Os hábitos de vida das famílias portuguesas estão "profundamente marcados por esta tendência que grassou em Portugal nas últimas décadas de um consumismo muito alargado não apenas a bens materiais, mas também a oportunidades". A partir de determinada altura, toda a gente passou a ter "direito a ter tudo, de ir a tudo". "Desenvolveu-se uma cultura de grande avidez de aproveitamento das oportunidades e de consumo e é nesta cultura que os adolescentes estão a viver e a crescer", refere. "Vivem pressionados por uma série de actividades. Estão na escola, depois vão para o Inglês, depois vão para a equitação, para a música e toda a vida deles se passa num turbilhão e num frenesim." E este ritmo, assegura, "é incompatível com um sono descansado". Certo tipo de atitudes, estilos de vida, hábitos, excesso de competição provocam "múltiplas agressões" e têm necessariamente uma influência negativa no sono, alerta Helena Rebelo Pinto. "As pessoas vão para a cama e não conseguem desligar, depois dormem mal, queixam-se de mal-estar durante o dia e culpam o mau sono disso." Por outro lado, explica a professora de Psicologia, "convencem-se de que, se tratarem o sono, conseguem resolver todos os problemas, de preferência com uma pastilha mágica". 

A primeira prevenção dos hábitos errados de sono "é feita na família e passa por uma informação correcta acerca das características do sono", considera esta professora. Passa por aprender as boas práticas de sono, a regularidade dos horários e a importância da tranquilidade à hora de dormir, diz. "Não é nada comum ter um ambiente calmo à hora de deitar nas nossas famílias...", observa. "Janta-se muito tarde, aproveita-se para discutir todos os problemas, para ralhar com os meninos que têm más notas... já para não falar nos problemas de natureza emocional e afectiva que há em grande parte das famílias e vêm muito ao cimo à noite", critica Helena Rebelo Pinto. "Temos muitas crianças no início da adolescência que não conseguem dormir, porque estão preocupadas com a situação emocional dos pais ou dos avós" e isso, por vezes, "não emerge com situações de irritabilidade ou agressividade, como acontece na escola, mas manifesta-se por tristeza ou por depressão", nota. 

Apesar da influência dos maus hábitos nos problemas do sono, é, contudo, "importante saber que há mesmo doenças do sono, muitas das quais surgem na adolescência", diz Teresa Paiva. "Algumas matam", alerta.»



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BIOTECNOLOGIA NA SAÚDE - REPRODUÇÃO ASSISTIDA E TERAPIAS GENÉTICAS

Foto de Jornal Público online

No âmbito dos programas curriculares debatem-se os benefícios e riscos das inovações tecnológicas, nomeadamente, discutindo aspectos da bioética, associados às potencialidades que determinados procedimentos transportam. O Projecto Escola Saudável do Agrupamento de Escolas de Campo Maior (PES) também tem nas suas funções, a promoção desta discussão e a divulgação dos avanços da biotecnologia, nomeadamente, no campo da saúde.
A reprodução assistida é uma das temáticas que mais surge e, quando conciliada com terapias genéticas, o grau de interesse do debate e discussão aumenta de forma exponencial. As últimas semanas foram férteis nesta matéria e com avanços significativos.

Nos finais de 2010 (mas só recentemente divulgado) nasceu na nossa vizinha Espanha o primeiro bebé geneticamente seleccionado para nascer sem um gene mutante, responsável pelos sucessivos casos de cancro de mama hereditário que assolaram aquela família ao longo de gerações. A comunidade científica, crê ter colocado um ponto final àquele tipo de cancro naquela família, apesar das outras variáveis que lhe possam estar associadas, nomeadamente, factores ambientais (in: http://www.publico.pt/Ci%C3%AAncias/nasce-em-espanha-o-primeiro-bebe-seleccionado-para-nao-ter-um-gene-relacionado-com-cancro-da-mama_1485506).

Um grupo de cientistas de origem japonesa deu um grande avanço no estudo da fertilidade masculina, conseguindo produzir espermatozóides em laboratório, recorrendo a apenas 1 mm de tecido de testículos de ratinhos recém-nascidos. Esses espermatozóides foram depois utilizados na fecundação de óvulos e originaram descendência saudável. Embora ainda longe deste sucesso ser transportado para os humanos, abre, certamente, importantes portas contra situações de infertilidade masculina ( in: http://www.publico.pt/Ci%C3%AAncias/cientistas-produzem-esperma-em-laboratorio_1486569). Este estudo foi publicado na revista Nature.

Um grupo de investigadores portugueses conseguiu travar o crescimento de cancro, manipulando o ambiente envolvente às células cancerosas, compreendendo o mecanismo de bloqueio de um gene específico que ocorre de forma associada um conjunto diversificado de certos cancros. A identificação de uma molécula do meio extracelular (exterior à célula) que tem um papel fundamental na propagação dos tumores e o seu papel nesta maligna função, abre portas a novas terapias, que passam pelo controlo da sua concentração no ambiente envolvente. Este estudo foi publicado na revista oncogénese (in: http://www.publico.pt/Ci%C3%AAncias/portugueses-limitam-crescimento-de-cancro-manipulando-ambiente-celular_1486673).


LEIA OS ARTIGOS COMPLETOS.
DÊ-NOS A SUA OPINIÃO SOBRE O ASSUNTO!

  Fontes:

Notícia da DREA - Semana Internacional do Cérebro, dedicada aos alunos

No site da Direcção Regional de Educação do Alentejo (DREA) é divulgada a Semana Internacional do Cérebro, dedicada aos alunos e promovida pela Sociedade Portuguesa de Neurociências e da Sociedade Portuguesa de Bioquímica, no âmbito de um projecto Ciência Viva. O Projecto Escola Saudável do Agrupamento de Escolas de Campo Maior (PES) partilha convosco a mencionada informação.
Informação da DREA:
"Organizada, em Portugal, pela Sociedade Portuguesa de Neurociências em colaboração com a Sociedade Portuguesa de Bioquímica e a Ciência Viva, vai decorrer, entre 14 e 19 de Março, a Edição 2011 da Semana Internacional do Cérebro, dedicada a alunos de diferentes níveis de ensino, que tem por objectivo divulgar os progressos e benefícios da investigação científica na área do cérebro.
Esta iniciativa contempla três áreas temáticas:

- Os Neurocientistas vão à Escola (sessões em escolas dos vários níveis de ensino, desde a Educação Pré-Escolar até ao Ensino Secundário, asseguradas por investigadores da Sociedade Portuguesa de Neurociências);

- Laboratórios Abertos (visitas a laboratórios de investigação em neurociências para alunos de diferentes níveis de ensino);

- Cérebro e Sociedade (programa a anunciar brevemente).

Para mais informações, designadamente a consulta dos programas de actividades, aceder ao sítio da Ciência Viva."


Participe! Conheça o seu cérebro!
Faça a sua inscrição!

Estudo: Os benefícios da dieta mediterrânica

O Projecto Escola Saudável do Agrupamento de Escolas de Campo Maior (PES) aquando da comemoração do Dia Mundial da Alimentação, associou-se à iniciativa da petição pública para candidatura da Dieta Mediterrânica a Património Cultural e Imaterial da Humanidade da UNESCO (VIDE: http://pescm.blogspot.com/2010/10/peticao-online-dieta-mediterranica-como.html). É do conhecimento geral o vasto conjunto de benefícios da dieta mediterrânica para a saúde, nomeadamente, a nível cardiovascular. Os dados científicos também já são consubstanciados por vários estudos, quer a nível nacional, quer a nível internacional.

O número deste mês de Março da revista do Colégio norte-americano de Cardiologia divulga os resultados de mais 50 estudos desenvolvidos sobre a dieta mediterrânica, apontando para os claros benefícios no âmbito da medicina preventiva, incidindo sobre a diminuição do síndrome metabólico (que a comunidade científica reconhece que está a aumentar a um ritmo assustador em todo o mundo), associado a doenças como a obesidade, a diabetes, cancro e doenças cardiovascular. 

imageA dieta mediterrânica, além da tradição e componente cultural, os seus benefícios para a saúde advêm de um padrão alimentar que inclui uma dose diária de fruta, verdura, cereais integrais e lacticínios com pouca gordura, além de um consumo semanal de peixe, aves, frutos secos e legumes, com um consumo relativamente baixo de carne vermelha e moderado de álcool, normalmente às refeições. Também está incluído no padrão alimentar o consumo elevado de azeitonas e azeite. Estas características tornam-na na mais saudável para o coração e para controlar colesterol, triglicéridos, pressão arterial e glicose.


TENHA UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL!


DIETA MEDITERRÂNICA = SAÚDE

Fontes: 

Para saber mais:

Colégio norte americano de Cardiologia:

Na "terra" do café... os benefícios da cafeína!

A nossa vila de Campo Maior é, entre várias outras qualidades, também conhecida pela sua forte indústria de torrefacção de café, que está enraizada e é de vital importância ao nível económico, social, já com tradição e forte expressão cultural. Sempre que a cafeína e o café são notícia, de certa maneira, também a nossa terra é notícia. Foram publicados mais resultados que comprovam benefícios do consumo diário e moderado do café.


A cafeína pertence ao grupo das xantinas, presentes em várias plantas, conhecendo-se os seus efeitos neuroprotectores há algum tempo, o que tem levado ao estudo e vários ensaios experimentais, na prevenção e tratamento de várias doenças, nomeadamente, a doença de Alzheimer e de Parkinson. Já existem várias publicações científicas e, recentemente, um grupo de investigadores do Centro de Neurociências da Universidade de Coimbra (http://www.cnbc.pt/), publicou os resultados de um estudo que comprova os benefícios do consumo crónico, de pequenas doses de cafeína, na prevenção de determinadas patologias, associadas à demência e perda de memória. Os cientistas estenderam as investigações às depressões e consideraram poder-se fazer semelhante associação.

Os efeitos estimulantes da cafeína são sobejamente conhecidos por qualquer comum cidadão e associam-se muitas vezes a um aumento de rendimento físico, mas os efeitos benéficos da cafeína (obviamente, com doses ajustadas em função de múltiplos factores, que vão desde a idade, peso, estado de saúde, etc) estendem-se para além dos que identificamos de forma directa ao nível do sistema nervoso central e da prevenção de doenças neurológicas degenerativas, passando pelo tratamento da apneia do recém-nascido, pela melhoria da concentração e atenção e até pela resolução de dores de cabeça. Muitos são os medicamentos que contêm na sua composição cafeína, como por exemplo, anti-gripais.

O Projecto Escola Saudável do Agrupamento de Escolas de Campo Maior convida todos os visitantes a conhecerem melhor os efeitos benéficos do café e as suas raízes e tradições, visitando a nossa vila e locais emblemáticos, como o Museu do Café, na Delta-Cafés.

Fontes:

PARABÉNS! Há 25 anos nasceu o primeiro bebé-proveta Português!

Primeiro bebé-proveta português nasceu há 25 anos e na altura foi uma "revolução" (SAPO)
O Projecto Escola Saudável do Agrupamento de Escolas de Campo Maior dá os parabéns ao "primeiro filho" da fertilização in vitro" português e aos avanços tecnológicos e científicos que a reprodução medicamente assistida desenvolveu nas últimas décadas.

Faz amanhã, 25 de Fevereiro, 25 anos, que nasceu pela primeira vez em Portugal um bebé como resultado da técnica de reprodução medicamente assistida de fertilização in vitro - FIV . Foi no Hospital de Santa Maria, em Lisboa. Neste quarto de século que passou, milhares de bebés se sucederam, com algumas inovações, mas as técnicas e princípio base continuam a ser muito semelhantes.

O primeiro bebé-proveta  no mundo ficou mundialmente famoso (neste caso, famosa) e foi Louise Brown, que nasceu em 1978, graças à aplicação da técnica por Robert Edwards (Prémio Nobel da Medicina em 2010) e Patrick Steptoe, já falecido.

Em Portugal, a técnica foi desenvolvida com sucesso pela primeira vez em 1986, através de uma parceria que envolveu  o Hospital de Santa Maria, em Lisboa, e o Laboratório de Biologia Molecular do Instituto Gulbenkian de Ciência, coordenada pelo Dr.António Pereira Coelho. Hoje, já solucionou problemas de fertilidade a inúmeros casais.

Fonte:
http://noticias.sapo.pt/info/artigo/1132191.html

Notícias breves sobre saúde - risco de enfarte; jovens e a sinistralidade rodoviária

Ruído no local de trabalho aumenta risco de enfarte

Estudos recentes mostram existir uma estreita relação entre o trabalho em locais ruidosos e um aumento sério do risco de enfarte do miocárdio ou contraírem outros graves problemas cardiovasculares.
Este estudo decorreu entre 1999 e 2004 em mais de seis mil pessoas com mais de 20 anos foram examinadas pelos pesquisadores da Universidade British Columbia, nos EUA e foi publicado na revista Occupational and Environmental Medicine.

Segundo o cardiologista Carlos Alberto Pastore, trabalhar sob constante ruído facilita a libertação de hormonas relacionados com o stress que funcionam como «o gatilho que acelera o processo inflamatório das artérias».


No entanto, para o médico, o stress só é um problema quando passa a ser constante. Nesse caso, deve ser considerado um factor de risco como qualquer outro, já que, segundo o médico, «tudo o que está relacionado com a esfera emocional é um problema de saúde tão grave quanto o colesterol».


 
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JOVENS SÃO OS QUE MAIS MORREM NAS ESTRADAS PORTUGUESAS
 
Os jovens condutores até aos 24 anos, são os que mais morrem nas estradas portuguesas e também o grupo com maior número de feridos graves, o que é o dobro dos restantes níveis etários. De acordo com dados da Prevenção Rodoviária Portuguesa, cerca de 90 por cento dos condutores que morrem nas estradas são rapazes e os acidentes acontecem na maioria das vezes ao sábado e ao domingo, entre as 8h00 da noite e as 4h00 da madrugada. Cerca de metade (45%) dos condutores envolvidos nestes acidentes, morre. Estes dados foram revelados a 25 de Outubro.
 
Citando o jornal público, "Os acidentes graves ocorrem, com maior incidência, aos fins-de-semana e provocam a morte de 45 por cento dos condutores envolvidos. De entre os jovens que têm acidentes, os rapazes constituem 85 por cento dos mortos, 78 por cento dos feridos graves e 64 por cento dos que sofrem ferimentos ligeiros, sendo a taxa das raparigas residual. De entre a totalidade dos condutores, os jovens dos 18 aos 24 anos representam 93 por cento dos mortos, 91 por cento dos feridos graves e 72 por cento dos que sofrem ferimentos ligeiros".
 
ATENÇÃO! VÍDEO COM IMAGENS CHOCANTES!  
"O estudo realizado indica que os jovens bebem com menor frequência que os restantes condutores, mas maiores quantidades de cada vez, atingindo elevadas taxas de alcoolemia. Desvalorizam os efeitos do álcool, drogas e medicamentos e o uso do telemóvel como causadores de acidentes. Os jovens são os que conduzem mais depressa, que defendem o aumento dos limites de velocidade e que rejeitam a explicação de que o excesso de velocidade é a causa dos acidentes. Apresentam comportamentos de risco nas estradas, seguindo perto de quem vai à frente, raramente dando passagem aos peões e não abrandando com o semáforo amarelo."

Estes dados justificam a necessidade de um trabalho conjunto de toda a sociedade para mudarmos comportamentos e atitudes, onde as escolas e as equipas promotoras de saúde terão também um papel fundamental. O Projecto Escola Saudável de Campo Maior não se vai ausentar desta missão.

Fontes:



Tem entre 40 e 49 anos?

Fique a conhecer, com a ajuda do Portal da Saúde do Sapo, as consultas e exames que os homens da sua idade não devem dispensar:

- Check-up médico
Deve ser feito, pelo menos, uma vez por ano.

- Consulta dentária
Recomenda-se a realização de uma consulta dentária, de seis em seis meses.

- Exame oftalmológico
Visite o médico oftalmologista uma vez por ano, mesmo que não tenha problemas de visão.

- Exame auditivo
Marque uma consulta de otorrinolaringologia de três em três anos para avaliação do estado do seu aparelho auditivo.

- Auto-exame da pele
Analise os seus sinais cutâneos e esteja atento a eventuais modificações ao nível da cor e forma. Se verificar que existem alterações na simetria, rebordo, cor e diâmetro procure um dermatologista.

Este é um passo essencial para defender a sua pele do cancro cutâneo. Especialmente se tiver a pele clara, recomenda-se ainda que marque uma consulta de dermatologia uma vez por ano.

- Rastreio do VIH
A pesquisa no sangue do VIH (Vírus da Imunodeficiência Humana) é especialmente importante sempre que houver dúvidas sobre a possibilidade de estar infectado pelo VIH; se pensa ter um filho; se teve relações sexuais sem preservativo, se houve partilha de seringas, agulhas ou outro material na injecção de drogas.

O mesmo se aplica caso tenha feito uma tatuagem ou um piercing com instrumentos não esterilizados (situação actualmente mais frequente em locais que não estejam legalizados) ou se teve contacto directo com o sangue de outra pessoa.

- Rastreio da Hepatite B
Deve efectuar este teste se consumiu drogas injectáveis; se tem, ou teve, múltiplos parceiros sexuais ou infecções sexualmente transmissíveis; se está contaminado com o VIH/SIDA.

Recomenda-se ainda a realização deste teste caso tenha feito tatuagens ou piercings com instrumentos não esterilizados; se esteve ou está preso. Actualmente as transfusões sanguíneas não são um factor de risco, porque todo o sangue transfundido é objecto de investigação e desinfecção.

- Rastreio da Hepatite C
Aconselha-se a realização do rastreio quando se consome ou consumiu drogas injectáveis; se fez uma tatuagem ou um piercing com instrumentos não esterilizados, se partilharam objectos cortantes que possam ter estado em contacto com sangue (lâminas, tesouras, escovas...). Também deve ser feito se as análises de função hepática (transaminases ou aminotransferases) estiverem elevadas.

- Colonoscopia
Este exame só é realizado em pessoas com mais de 50 anos, mas a existência de antecedentes familiares (pais, avós ou tios) de pólipos ou tumores intestinais recomenda que este exame seja feito cerca de dez anos antes da idade em que a doença foi detectada nesse familiar.

Também deve ser feito em casos de anemia crónica sem explicação aparente, perdas de sangue pelo ânus, diarreias persistentes ou alternância frequente de diarreia com prisão de ventre.

Se esses exames forem normais, habitualmente a colonoscopia só é repetida de cinco em cinco anos.

- Auto-exame testicular
Realize uma vez por mês, durante ou após o banho, o auto-exame testicular, que ajuda a diagnosticar precocemente o cancro dos testículos. Procure um médico urologista, caso detecte nódulos ou note alteração no tamanho, forma ou consistência dos testículos.

- PSA (antigénio específico da próstata)
Esta análise sanguínea, que indica a eventual existência de um cancro na próstata, deve ser realizada anualmente após os 45 anos. Caso revele valores elevados (acima de 4ng/ml) deverá ser feito um exame mais detalhado, geralmente uma ecografia transrectal da próstata com biópsia.


Para saber mais:
http://saude.sapo.pt/saude-medicina/saude-do-homem/40-49-anos/-tem-entre-40-e-49-anos.html

Preservação da fertilidade feminina

A Sociedade de Medicina de Reprodução defende criação de estrutura para preservação da fertilidade feminina

A ideia é simples. Fazer colheita de células reprodutoras saudáveis e viáveis, mantê-las num "banco", para serem depois usadas pela mulher quando esta decidir vir a ser progenitora. Contudo, faltam ainda vários aspectos de segurança, quer técnica como também do âmbito legal, que têm de ser asseguradas.
Esta estrutura teria como objectivo principal a preservação da fertilidade de mulheres que têm doenças graves e cujo tratamento vai destruir células reprodutivas, não estando de parte também outras possibilidades.

"Como preservar a capacidade reprodutiva quando esta é posta em causa?" é um dos temas IV Congresso Português de Medicina da Reprodução.

Para a Sociedade de Medicina de Reprodução (SPMR,), "o cerne da questão reside em desenvolver mais e melhores técnicas de preservação das células reprodutoras quando, por exemplo, uma pessoa passa pela infelicidade de ter uma doença grave, eventualmente maligna, cujo tratamento compromete o seu futuro reprodutor".
Segundo a SPMR, a procura de cuidados de saúde na área da fertilidade tem vindo a aumentar devido ainda a outras causas como o início de uma vida sexual precoce e com múltiplos parceiros (problemas de infecções sexualmente transmitidas) e estilos de vida não saudáveis como o sedentarismo, os hábitos alimentares, álcool e tabaco. Calcula-se que cerca de 20 por cento da população total tenha algum tipo de infertilidade.

Fontes:
- http://saude.sapo.pt/noticias/saude-em-familia/sociedade-de-medicina-de-reproducao-defende-criacao-de-estrutura-para-preservacao-da-fertilidade-feminina.html 
- http://www.publico.pt/Sociedade/sociedade-de-medicina-de-reproducao-defende-estrutura-para-preservacao-da-fertilidade-feminina_1459657
- http://www.paisefilhos.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=2817&Itemid=60
- http://www.ionline.pt/conteudo/82071-laboratorios-podem-salvar-fertilidade-em-casos-cancro

Mais informação em:
- Sociedade de Medicina de Reprodução - http://www.spmr.pt/default.aspx

Na cabeça de um adolescente... aliás quatro...

O Projecto Escola Saudável (PES) de Campo Maior tem consciência das muitas dificuldades e contratempos que surgem durante a adolescência. Nas suas pesquisas sobre as temáticas relacionadas com a promoção da saúde em meio escolar, o PES encontrou um artigo muito interessante sobre as vivências na adolescência que aproveita para divulgar no seu blogue e que pode ser lido na íntegra na revista SABERVIVER (http://mulher.sapo.pt/saberviver/dossiers.html) ou no Portal SAPO, no seu canal de Saúde (http://saude.sapo.pt/).

Quatro (4) adolescentes são entrevistados e falam de vários aspectos do "seu mundo", desde a forma como sentem o que os rodeia, como vivem a escola, a sexualidade, os consumos de aditivos, a família e conflitos geracionais até aos seus objectivos futuros a vários níveis. É enriquecedor.

O artigo está dividido em 5 páginas, que correspondem aos seguintes links:

HIPERACTIVIDADE NA SALA DE AULA... MAIS DO QUE SE PENSA!

O Projecto Escola Saudável da Secundária de Campo Maior (PES) tomou conhecimento da notícia de um estudo sobre hiperactividade na sala de aula, publicado no jornal "Público" no dia 27 de Julho, que revela que em média, existirão 1 a 2 casos em cada turma, com problemas cognitivos, acarretando consequências quer na vida académica da criança, quer no seu dia-a-dia e no relacionamento com os outros.

Este estudo foi desenvolvido pela investigadora Cláudia Alfaiate da Faculdade de Psicologia e Ciências de Educação da Universidade de Coimbra e identifica várias situações, referindo diversos aspectos de sintomologia e de como diagnosticar o problema, bem como, sugere estratégias de intervenção.

O PES recomenda a todos os intervenientes no processo educativo a leitura dos resultados deste estudo e a sua respectiva análise e reflexão, o que pode ser feito sumariamente, através dos links sugeridos. 

Links sobre este estudo relativo à hiperactividade na sala de aula em:
Mais informações sobre hiperactividade em:
Associação Portuguesa da Criança Hiperactiva - http://www.apdch.net/
Portal da Hiperactividade - http://hiperactividade.portalpsi.net/